Conferência debate o enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa

Quatro eixos voltados à promoção da igualdade racial estão sendo discutidos no encontro

O enfrentamento ao racismo e às outras formas correlatas de discriminação étnico-racionais e de intolerância religiosa está sendo debatido em Foz do Iguaçu na II Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial, realizada hoje (25) na Sociedade Beneficente Islâmica, na Rua José Maria de Brito.

Durante todo o dia, representantes da sociedade civil e governamental, entidades, povos de terreiro e poder público, discutem propostas que garantam a efetivação do respeito, da proteção e concretização dos direitos humanos. Ao final do encontro, também serão eleitos cinco delegados (as) que representarão Foz do Iguaçu na 5ª Conferência Estadual da Promoção da Igualdade Racial.

Para a presidente do Conselho, Ilsy Adriana Galvão, o encontro é uma oportunidade de ouvir as demandas e debater ações efetivas. “Momentos como esse são importantes por reunir representantes da sociedade e parte governamental, para que possamos ouvir as demandas e encontrar soluções para os problemas relacionados à discriminação étnica e racial”, afirmou.

Apesar dos avanços nos últimos anos, como a criação do Conselho da Igualdade Racial e do fortalecimento da Secretaria de Direitos Humanos, Ilsy acredita que o país retrocedeu nas questões raciais, e essa demanda precisa ser revista. “Temos o Estatuto da Igualdade Racial, de 2010, temos algumas leis educacionais de 2009, mas os avanços são lentos. Chegamos num momento de retrocesso, então é importante essa reflexão, para encontrar soluções que assegurem os direitos da população negra” reiterou.

Na abertura da conferência, na manhã desta sexta-feira (25), a secretária de Direitos Humanos, Kelyn Trento, disse que Foz do Iguaçu, por seu território e por acolher tantas etnias, precisa ser modelo no enfrentamento a discriminação. “Foz tem sua importância pelo turismo e por abrigar diversas etnias. É preciso debater o racismo porque infelizmente ele ainda existe no nosso país. Desejamos que as propostas que saiam daqui sejam exitosas”, comentou.

A conferência marca o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, lembrado em 21 de março.

Link: https://www5.pmfi.pr.gov.br/noticia.php?id=49890
Conferência debate o enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa

Quatro eixos voltados à promoção da igualdade racial estão sendo discutidos no encontro

O enfrentamento ao racismo e às outras formas correlatas de discriminação étnico-racionais e de intolerância religiosa está sendo debatido em Foz do Iguaçu na II Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial, realizada hoje (25) na Sociedade Beneficente Islâmica, na Rua José Maria de Brito.

Durante todo o dia, representantes da sociedade civil e governamental, entidades, povos de terreiro e poder público, discutem propostas que garantam a efetivação do respeito, da proteção e concretização dos direitos humanos. Ao final do encontro, também serão eleitos cinco delegados (as) que representarão Foz do Iguaçu na 5ª Conferência Estadual da Promoção da Igualdade Racial.

Para a presidente do Conselho, Ilsy Adriana Galvão, o encontro é uma oportunidade de ouvir as demandas e debater ações efetivas. “Momentos como esse são importantes por reunir representantes da sociedade e parte governamental, para que possamos ouvir as demandas e encontrar soluções para os problemas relacionados à discriminação étnica e racial”, afirmou.

Apesar dos avanços nos últimos anos, como a criação do Conselho da Igualdade Racial e do fortalecimento da Secretaria de Direitos Humanos, Ilsy acredita que o país retrocedeu nas questões raciais, e essa demanda precisa ser revista. “Temos o Estatuto da Igualdade Racial, de 2010, temos algumas leis educacionais de 2009, mas os avanços são lentos. Chegamos num momento de retrocesso, então é importante essa reflexão, para encontrar soluções que assegurem os direitos da população negra” reiterou.

Na abertura da conferência, na manhã desta sexta-feira (25), a secretária de Direitos Humanos, Kelyn Trento, disse que Foz do Iguaçu, por seu território e por acolher tantas etnias, precisa ser modelo no enfrentamento a discriminação. “Foz tem sua importância pelo turismo e por abrigar diversas etnias. É preciso debater o racismo porque infelizmente ele ainda existe no nosso país. Desejamos que as propostas que saiam daqui sejam exitosas”, comentou.

A conferência marca o Dia Internacional Contra a Discriminação Racial, lembrado em 21 de março.

Link: https://www5.pmfi.pr.gov.br/noticia.php?id=49890

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